O que mudou no mercado de cafés especiais após 1 ano do relatório da BSCA?

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Na edição de 15 anos (Jun, Jul, Ago 2018) da revista Espresso, em sua página 92, o texto diz que o mercado de cafés especiais que era de 2,8% do total do café e que deveria evoluir até 5,1% com 1 milhão de sacas (60kg X 1.000.000).

Também comentava que o perfil de consumidor de cafés especiais são as pessoas que frequentam cafeterias e aprendem nas palestras e encontros como preparar melhor sua bebida em casa utilizando os métodos e cafés.

E o parágrafo mais incrível foi:

+- 70% das lojas ainda não comercializam cafés especiais, apesar do perfil adequado para esta opção.

O que mudou neste último ano?

Aqui em Goiânia consigo lembrar:

  1. Encontro de cafés no Shopping Cerrado
  2. 4 Xícaras
  3. Glam
  4. Sté
  5. Gramado
  6. Nous
  7. Kremon
  8. Encontros nas cafeterias
  9. Workshops com baristas
  10. Passeio nas cafeterias com a Roberta Flor
  11. Participação dos goianos no Campeonato Nacional de Aeropress

O que mais pode ser feito para se preencher esta lacuna dos cafés especiais?

No texto se comenta em 1939 lojas especialistas e que são as que já tem os clientes que apreciam os especiais. Talvez uma cooperativa para compra de acessórios seja uma solução para baixar preços e neste sentido incentivar o hábito de preparar os cafés especiais em casa, mostrar para amigos e incentivá-los.

270 lojas premium que devem ser as cafeterias que não tem o conhecimento mas tem os equipamentos. Estudar e praticar – não tem outro caminho!

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10886 lojas não especialistas e se 70% delas são preparadas para migrar para os cafés especiais, imagine o quanto pode se vender de moinhos e cafés em grão!

Lembre-se

Para todos os métodos são necessários o café e o moinho.

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